
Sigmund Freud, pai da psicanálise, investigador dos meandros do inconsciente e como todo mundo, condenado ao Inferno.
Curiosidade: Normalmente os condenados são figuras genéricas, verdadeiras buchas de canhão para os dias em que acordo com humor sádico, mas eu queria que alguns ganhassem personalidade própria. Então pensei em criar os ateístas, começando por Freud que é um personagem real que gosto muito e por isso mesmo não vejo problema em criar minha própria versão sem nenhum compromisso histórico. Ao contrário dos condenados comuns, os ateítas andam vestidos e têm essa aparência cut-cut (seria parte de sua punição por serem hereges?).







